29 de maio de 2007

LAMA - 04/07/2005

Não deu pra falar, em um curtíssimo papo, sobre as coisas que carrego na bagagem há anos.
Sobre coisas importantes na formação, sobre os amigos, os parceiros, os professores, os gurus, as referências, as idéias, os desejos. Também não foi possível amarrar uma música à outra, posto que uma assina a outra, nem colocar em prática as batucadas que tenho na cabeça, os tamborins, os atabaques, o coro de 30 vozes, as palmas de 60 mãos. Foi possível pouca coisa e nesta pequena brecha, meti o Espólio, falei da Vila, genericamente da minha geração, pois não pude nem tive maneira de aprofundar nada. Tenso, eufórico, orgulhoso, absolutamente emocionado e de voz embargada fiz o que deu. Resta na mensagem de apresentação o Espólio. O Samba que também fala das coisas do mundo, de coisas que são feitas para o tempo por gente apaixonada e que tem, como elemento fundamental, a honestidade em sua obra.
Para todos os que estão comemorando comigo, devolvo a alegria de me sentir amparado e promover algum orgulho para os que, em qualquer análise, são o motivo de tudo.

Germano, Maria José, Seu Walter, Dori, Armando da Mangueira, Seu Nenê, Bonfim, Mestre Divino, Claudemir, Vicente, Borba, Sílvio Modesto, Renato Pomba-Gira, Vergueirão, Aldo Bueno, Jeziel, Mônica, Jurema, Cida, Sônia, Dona Tereza, Ruy Weber, João Poleto, Teatro X, Seu Carlito, Carica, Soró, Moreira, Reniê, Lima, Miltinho, Gordinho, JB, Luisinho sete, Seu Lúcio, Everaldo ÉfeSilva...São muitos...E os Erês que vêm por aí Rapha, Junião, Pedrinho, Guilherme...
Coisas que ninguém precisa explicar.

Um comentário:

Tânia Viana disse...

Em dias como hoje eu volto meus olhos pro passado em busca de energia pro futuro.
Estou lendo o seu blog.
Senti falta do meu nome...